Trabalhos variados

Raramente atualizo aqui, admito. Mas estou constantemente atualizando outros canais!

Na página do facebook do Tito, continuo postando fotos, falando de gatos, e de meu trabalho com os livros. Ano passado li as história do Tito e da Tuli para milhares de crianças, em várias escolas.

Estou com outros projetos com livros, que terão novidades em breve.

No blog Eu Gosto de Jogar comecei a escrever sobre quadrinhos, principalmente sobre os mal-feitos.

Um curta metragem que co-roteirizei girou o mundo e até ganhou alguns prêmios. Chama-se Entrevista de Emprego.

Na música, a banda Sex Psych Love está em um hiato, mas estou com outro projeto, com letras em português, que é muito interessante. Mais novidades em breve.

Anos atrás eu escrevia sobre Formula 1. Desde 2002 eu assistia às corridas com uma fidelidade absurda – chegando até mesmo a marcar viagens que eu fazia para não coincidir os horários. Mas nos últimos anos o espetáculo tem sido tão ruim, mas tão ruim, que chega. O ano passado foi abismal de ruim e não há como continuar me enganando. Chapéu para essa categoria.

 

 

 

 

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Castração de animais de estimação

PICT0022Vou contar um segredo de Tito… ele não é castrado! Mas, ao mesmo tempo, sou totalmente a favor da castração de animais. Leiam a história e entenderão:

Quanto comprei o Tito eu imaginava um dia cruzá-lo com alguma gatinha, e não demorou muito para eu conseguir a Tuli fofíssima. Em meus sonhos eu teria uma ninhada ou duas deles, e então os castraria.

Interessante é ser comum os donos de cães não castrarem seus animais, tencionando cruzá-los em algum momento da vida, mas isso não é normal com donos de gatos. Creio ser por causa da pouca amplitude de raças de gatos em nosso país. Mas isso é outro tema!

Voltando ao Tito e à Tuli – a gatinha entrou em seu primeiro cio muito cedo, com 10 meses, mais ou menos. Tentei de tudo para separar os namorados, para cruzá-los no segundo cio. Mas não consegui! Assim que a Tuli saia do cio, passava uns dias e ela voltava novamente! Depois me disseram que, enquanto a gata não é fecundada, ela entra e sai do cio constantemente.

Não sei se foi por causa da idade prematura da Tuli, da doença pré-natal do Tito (aquela sobre a qual falo no livro), o destino… a questão é que a Tuli abortou os filhotes. Alguns fetos nem chegaram a se desenvolver… e na operação para salvá-la, ela acabou sendo castrada.

Isso já faz vários anos, e mesmo assim até hoje não castrei o Tito. Por quê?

Há muitas razões. Creio que elas ao mesmo tempo servirão para ver as vantagens de castrar um gato.

1) Vários veterinários já me disseram que, tendo em vista a idade (10 anos e meio), castrar o Tito não irá fazê-lo mudar de costumes – marcar território, por exemplo. Ele já se acostumou. Lição: há um motivo para castrar cedo os animais.

2) Deriva-se disso que ele ficará muito frágil se eu castrá-lo agora. Como ele está acostumado a proteger seu território, encarar outros gatos, etc., se eu castrá-lo ele irá continuar fazendo isso, mas sem os hormônios que o dão força e coragem. Conheço pessoas que demoraram a castrar seus gatos – anos – e em todos aconteceu a mesma coisa: viraram o “saco de pancadas” de outros gatos. Alguns chegaram até a morrer. Essa é outra razão para castrá-los cedo, pois então terão uma vida condizente com a castração.

3) A raça. O Tito é um persa exótico, que é uma raça muito, muito folgada – é a raça do Garfield. Ele nunca saiu do terreno da casa para caçar, lutar… Mas se fosse uma raça mais ativa, eu ficaria apavorado pensando que ele estaria andando pela vizinhança à noite. Para ser sincero, não ia conseguir nem dormir… não corra riscos!

4) Comida. Talvez seja da raça, ou talvez da qualidade da ração (Royal Canin), mas meus gatos não comem nada além da ração. E nada é nada MESMO. Não adianta oferecer sardinha, patê, nada. Sendo assim, eles não sentem vontade de caçar, de procurar comida em outros lugares – o que reforça o ponto anterior: eles não saem do terreno da casa. Mas admito que não conheço nenhum outro gato que não goste de alterar seu menu de vez em quando.

5) A parte mais deliciosa do Tito são suas bochechas. E elas existem por ele não ser castrado. Lá se acumulam os hormônios de defesa, para que ele possa aguentar impactos e mordidas de outros bichos. Inclusive o protege da Tuli, que adora dar uma mordidas nele (ele é um gentleman, não retruca). Claro que o Tito é completamente esférico, todo redondo, então as bochechas são ainda mais.

6) Ele já é gordo. Castrando-o ele ficará muito mais gordo, e isso seria ruim para sua saúde. Sendo ele um tanto calmo, já é difícil ele se exercitar muito. Castrando-o ele ficaria ainda mais parado. Mas lembro que isso é uma questão de raça – e que há rações especiais para gatos castrados.

Claro que é mais de uma década vivendo ao lado do meu fofinho, e estou muito acostumado. É diferente um gato castrado de um não castrado. Obviamente ele demonstra um caráter muito mais masculinizado.

Mas sendo eu a exceção que confirma a regra, não consigo ver uma razão para que as pessoas não castrem seus gatos, a não ser que desejem reproduzi-los – o que, por experiência, não é algo simples de se fazer.

“Tito, o gato” e outra (breve) resenha de “As Compensações”

O lançamento do livro do Tito foi um sucesso e ele tem sido muito bem recebido! O livro pode ser encontrado em várias livrarias de Curitiba e Florianópolis (principalmente nas Livrarias Curitiba e nas Livrarias Navegadores). Estou buscando uma distribuidora nacional, mas ainda estou vendo as melhores opções.

Dias atrás foi publicado mais uma breve resenha do livro de contos que publiquei anos atrás, “As Compensações”:

http://feliciity-unjourdepluie.blogspot.com.br/2013/08/resenha-em-dose-dupla-enganos-mortais-e.html